jul 10
Eduardo Moraes
É… torcemos, acreditamos, mas ainda não foi desta vez que conquistamos o hexacampeonato de futebol da FIFA. Como a seleção de Dunga não trouxe o título, todos os analistas tentam encontrar um culpado para crucificar. É incrível como todo mundo quer dar um palpite e afirmar que Se o treinador tivesse feito isso ou aquilo ou aquilo outro as coisas seriam diferentes. Até um polvo se transformou em astro global e já deu como certo a conquista do título pela seleção espanhola.
Como a humanidade chega ao século XXI, supera o tempo do obscurantismo, vive um momento em que para tudo a ciência tem uma explicação e nos deparamos perplexos diante das “adivinhações” de um molusco? Se bem que a imprensa parece movida pelo vil metal e tudo é permitido para desviar as atenções das pessoas para as questões relevantes que realmente estão em pauta e podem de alguma forma influenciar nos destinos da humanidade.
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jul 01
Cresce, oh! Filho de minha alma
Para a pátria defender,
O Brasil já tem jurado
Independência ou morrer.
Foi assassinado de forma covarde, mais um defensor do povo que dedicou toda a sua vida a lutar por uma sociedade de oportunidades iguais para todos. Assim agia Paulo Roberto Colombiano, que exercia o cargo de Diretor Financeiro do Sindicato dos Rodoviários de Salvador, conquistado nas últimas eleições. Seja na luta sindical dos Rodoviários ou na organização e politização dos moradores da periferia da cidade, lá estava ele, sempre solidário ao ser humano injustiçado em qualquer parte do mundo. Colombiano levantava a sua voz em defesa de uma nova sociedade, onde a fraternidade deve ser a mola propulsora das relações sociais. A fé no socialismo era o combustível que alimentava esse comunista.
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jun 23
Eduardo Moraes
Valeu as críticas dos torcedores brasileiros sobre a forma defensiva e mecânica de como a nossa seleção vinha jogando lá na África do Sul. Na partida contra a seleção da Costa do Marfim, não foi um show de bola como nos velhos tempos, mas bastou colocar um pouco mais de velocidade e melhorar a movimentação para jogar um futebol sul americano e vencer bonito pelo placar de 3X1. Enfim estamos de bem com a vida, todos alegres, felizes e nacionalistas, em todos os cantos do país bandeiras brasileiras tremulam por todas as partes, quase sempre cruzamos com alguém cantarolando ou assobiando o Hino Nacional.
Tudo isso nos enche de orgulho de emoção ao ver a nossa bandeira sempre tremulando em casas, automóveis, repartições públicas e privadas ou de mão em mão, de crianças, jovens, homens, mulheres e idosos, que bom! Se todos aproveitassem a oportunidade das festas juninas que expressam o mais puro sentimento e jeito de ser do nosso povo, a copa do mundo de futebol e a disputa eleitoral, para não só elevar a alto estima, mas exercitar a cidadania e acima de tudo tomar consciência da importância de fomentar o nosso nacionalismo e sentimento de amor e defesa da nossa pátria, isso tudo contribuiria para que em todos os momentos estejamos atentos participando dos destinos do nosso país que afinal só nos faria bem.
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jun 18
Eduardo Moraes
A expectativa era grande neste último 15 de Junho, devido à estréia da seleção brasileira na 19º Copa do Mundo de Futebol – FIFA, na África do Sul. A população brasileira estava unida, de norte a sul, mas também estava de olho em Brasília, onde o presidente Lula, de uma canetada só, poderia marcar dois gols a favor dos trabalhadores brasileiros. Mantendo a decisão do Congresso Nacional, garantiria o reajuste de 7,72% para os aposentados e o fim do famigerado fator previdenciário, herança maldita da era FHC, justiça que seria feita com milhares de trabalhadores deste Brasil, que por necessidade são empurrados para o mercado de trabalho ainda muito jovens.
A decisão do presidente em conceder o reajuste aos aposentados fez essa torcida vibrar. Por outro lado, o veto ao fim do fator previdenciário, justificado que sua aprovação poderia levar o país à bancarrota, esbarra com o que dizem os muitos economistas especialistas no assunto. De qualquer forma, a nossa luta deve ser intensificada para que esse injusto fator previdenciário seja extinto ainda este ano, pressionando e dialogando, pois assim como na conquista do reajuste, a união de todos os trabalhadores, através dos seus sindicatos e centrais, será pela vitória.
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jun 11
Eduardo Moraes
Parafraseando os filósofos Marx e Engels, que disseram ser a “religião o ópio do povo”, sabemos que o ópio é um grande alivio nos processos de adoecimentos dolorosos. Hoje, os números apresentados no Brasil pelos mais variados e acreditados institutos de pesquisa, sobre o acelerado crescimento do país em vários aspectos econômicos e social, como a redução da pobreza de 25,9 milhões de brasileiros que subiram para a classe C, representam mais qualidade de vida e poder de consumo.
A partir da eleição do presidente Lula, independente de estreiteza política, credo religioso, orientação sexual, ideologia ou time de futebol, é preciso reconhecer, ler, ouvir e enxergar que muito foi feito para reduzir as desigualdades sociais. Mas, ainda há muito por fazer: distribuir de forma mais equânime as riquezas produzidas pelo trabalho de todos nós, implantar a reforma agrária e a tributária, taxar as grandes fortunas, elevar os investimentos em saúde e transformar a educação, o esporte e o lazer em instrumentos de liberdade e exercício da cidadania. Tudo isso efetivamente nos dará a certeza de um País de todos, já que com essas ações políticas os jovens de hoje serão capazes de conduzirem o Brasil sustentável de amanhã.
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mai 29
Por Eduardo Moraes
Diante do quadro quase epidêmico da violência que se alastra por todo o Brasil e que proporcionalmente tem atingido o nosso município, esta semana, várias lideranças sindicais se reuniram na sede do Sindicato dos Bancários para fazer uma avaliação sobre os últimos acontecimentos ocorridos em nossa cidade. Concluímos que estamos diante de um grande desafio. De acordo com levantamento do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) 90,1% dos brasileiros tem a sensação de que a violência está aumentando. As tentativas de frear esse leviatã tem sido vãs, pois governos, polícias, especialistas, ninguém ousa responder ou apresentar possível solução para esses episódios. Se a sociedade efetivamente pretende combater os males provocados por essa chaga, é preciso deter-se em um debate que defina ações de curto, médio e longo prazo.
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mai 20
Por Eduardo Moraes
Somos um povo verdadeiramente predestinado a conduzir a humanidade na construção de um mundo de prosperidade, paz, justiça e fraternidade. Todos nós trabalhamos diariamente preparando o nosso povo para o momento em que estivermos ocupando o primeiro lugar enquanto nação referência para o mundo, por adotarmos atitudes positivas em prol de um planeta sustentável, em todos os aspectos. Pode até haver certo ufanismo nesta afirmação, mas em toda a nossa história, nos momentos cruciais para os destinos do mundo, lá estávamos nós.
Na Conferência da Paz (1907) em Haia, o Brasil, representado por Rui Barbosa, dentre outras questões em debate, defendeu o princípio da igualdade entre as nações soberanas. Graças à clareza na defesa de relações éticas, solidárias e democráticas entre os povos, o nosso país saiu engrandecido perante o mundo. Em 1947, na Organização das Nações Unidas (ONU), representado por Oswaldo Aranha, o Brasil dirigiu o Conselho de Segurança. Na época, cabia à ONU resolver inúmeros conflitos internacionais. Entretanto, na questão da Palestina, Oswaldo Aranha convenceu as várias nações a votarem pela criação do Estado de Israel.
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