mai 19

 

* Entrevista a Piero Locatelli, da Carta Capital em  16.05.2012

Prestes a disputar a eleição municipal em Campinas, o economista Marcio Pochmann, presidente do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), nega a existência de uma nova classe média no Brasil em seu novo livro A Nova Classe Média?, da Editora Boitempo.

Na obra, o economista defende a tese de que a mudança social dos últimos oito anos não resultou na criação de uma nova classe média no País. Segundo ele, os empregos gerados nos últimos anos criaram uma classe trabalhadora consumista, individualista e despolitizada.

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Postado por Eduardo Moraes

mai 19

Gilson Soares é professor de História

Nos anos 90, havia no Colégio Polivalente de Vitória da Conquista, onde estudei, um grêmio estudantil que, acompanhando o coro dos professores, proclamava pela libertação da Bahia. A liberdade, neste caso, seria a derrubada do poder carlista que usurpava, segundo todas as vozes, os direitos dos professores; sucateava as escolas médias e as universidades; reprimia com mão de ferro todas as manifestações populares; castigava seus súditos com pesados impostos; usava a imprensa nos moldes do nazismo e do stalinismo para manipular a opinião pública com grandes propagandas de realizações nunca antes vistas pelo bom povo baiano. Um governo completamente corrupto; demagogo; e um tanto tirânico, representante legítimo das forças do mal, do Antigo Regime, um verdadeiro “Malvadeza”.

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Postado por Eduardo Moraes

mai 18

Ser contra, criticar e agir em relação a uma ação equivocada de um governo é um direito democrático que não se contradiz com apoio ou não a um projeto político estratégico popular, democrático. Quando a sociedade organizada não é ouvida, quando questões importantes para a sociedade é decidida dentro de gabinetes sem consulta popular, é preciso buscar os caminhos da luta pelo que é justo, pelo que é certo. Senão a própria democracia corre riscos.

Se na conquista do projeto socialista, há muito mais para conquistar – como mostra a história do século 20 – imagine aqui em Vitória da Conquista ou no Brasil da Pres. Dilma, porque haveremos de cruzar os braços? Um dos caminhos que amedronta a quem ocupa o poder político é a possibilidade de uma gestão democrática, participativa, descentralizada, com crítica e autocrítica. Com luta um dia conseguiremos.

LídiaFRodrigues

ACP – Esaú Matos.doc
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Postado por Eduardo Moraes

mai 18

Cerca de 41% dos brasileiros se declaram brancos e 51% se dizem pretos ou pardos. Quando vamos olhar o mercado de trabalho, este quadro fica de cabeça para baixo e os percentuais se alteram. Isto é o que demonstra a pesquisa do IBGE do ano de 2010, intitulada Síntese dos Indicadores Sociais, apresentada por Joilson Souza, coordenador do órgão na Bahia, durante Seminário organizado pela Comissão Pró-equidade de Raça e Gênero da Secretaria Estadual do Trabalho, Esporte e Renda (SETRE), no último dia 03 de maio, em Salvador.

A participação no mercado de trabalho e o padrão salarial das populações negras (parda e negra) e não negra (branca), demonstram que os brancos representam 39,5% dos trabalhadores com carteira de trabalho assinada, enquanto a população negra corresponde a 67,9% dos mesmos. Porém, quando analisamos o quesito de trabalhadores sem carteira de trabalho, o percentual da população branca cai para 13,8% e os negros e pardos chegam a 36,3% dos trabalhadores sem o contrato registrado na Carteira Profissional, o que é sinônimo de informalidade e ausência de proteção social. A pesquisa do IBGE analisa separadamente os trabalhadores domésticos, militares, funcionários públicos, trabalhadores por conta própria, trabalhadores de subsistência e trabalhadores não remunerados. Juntos estes segmentos compõem 100% do mercado de trabalho.

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mai 18

Ser contra, criticar e agir em relação a uma ação equivocada de um governo é um direito democrático que não se contradiz com apoio ou não a um projeto político estratégico popular, democrático. Quando a sociedade organizada não é ouvida, quando questões importantes para a sociedade é decidida dentro de gabinetes sem consulta popular, é preciso buscar os caminhos da luta pelo que é justo, pelo que é certo. Senão a própria democracia corre riscos.

Se na conquista do projeto socialista, há muito mais para conquistar – como mostra a história do século 20 – imagine aqui em Vitória da Conquista ou no Brasil da Pres. Dilma, porque haveremos de cruzar os braços? Um dos caminhos que amedronta a quem ocupa o poder político é a possibilidade de uma gestão democrática, participativa, descentralizada, com crítica e autocrítica. Com luta um dia conseguiremos.

LídiaFRodrigues

ACP – Esaú Matos.doc
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